quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ANISTIA AO CAIXA 2 FOI TENTATIVA DE GOLPE, DIZ PRESIDENTE DE COMISSÃO

Carlão Sampaio continua sendo o ídolo dos trouxas.

domingo, 18 de setembro de 2016

Segundo a Folha: Aposentadoria muito cedo tira eficiência da economia

Para mim, meia verdade é uma mentira inteira. A matéria não fala que o mercado de trabalho considera velho quem tem mais de 50 anos, que tem um enorme número de pessoas que se aposentam e se mantém no trabalho.

Nessa proposta, o filho de pobre que começa a trabalhar mais cedo vai ficar mais anos contribuindo do que tem teve o pai que conseguiu sustentar o filho na faculdade e pós graduação. Essa turma geralmente só se emprega com uns 24 anos e tem um serviço mais leve.

Um pedreiro ou outra profissão de sol a sol aos 50 anos já está arrebentado.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/09/1814377-aposentadoria-muito-cedo-tira-eficiencia-da-economia.shtml

Aposentadoria muito cedo tira eficiência da economia

Lalo de Almeida - 9.out.2015/Folhapress
Brasileiros se aposentam mais cedo do que cidadãos de países de renda parecida
Brasileiros se aposentam mais cedo do que cidadãos de países de renda parecida

PUBLICIDADE
Os brasileiros se aposentam mais cedo do que cidadãos de países de renda parecida, como mexicanos e chilenos, e isso enfraquece a capacidade do país de crescer.
A idade média de aposentadoria no Brasil não chega a 60 anos -segundo o Ministério da Previdência Social, foi de 59,4 anos no ano passado.
Isso ocorre porque muitos trabalhadores optam por deixar o mercado assim que completam o tempo mínimo de contribuição à Previdência, apesar de terem condições de saúde e disposição para seguirem ativos.
A legislação brasileira permite que os homens se aposentem após 35 anos de contribuição, e as mulheres, depois de 30 anos. Segundo dados oficiais, quem se aposenta assim deixa o mercado, em média, aos 54,7 anos.
São trabalhadores com mais escolaridade e melhores condições de vida. "São a melhor parte da mão de obra brasileira", diz Luiz Henrique Paiva, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Estudo que ele produziu em parceria com Leonardo Rangel e Marcelo Caetano, atualmente o secretário da Previdência do Ministério da Fazenda, concluiu que o Brasil poderia crescer 0,6 ponto percentual mais por ano se trabalhadores como esses adiassem a aposentadoria.
No ano passado, mais de 30 mil brasileiros se aposentaram por tempo de contribuição —eles são três em cada dez aposentados. Além do Brasil, só outros três países permitem a aposentadoria por tempo de contribuição sem idade mínima: Equador, Irã e Iraque.
A definição de uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria no Brasil é a principal mudança prevista pelo projeto de reforma da Previdência que o presidente Michel Temer promete apresentar ao Congresso até o fim deste mês. A proposta é peça essencial do plano de Temer para equilibrar as contas públicas e recuperar a economia.
O projeto também deve incluir mecanismos para inibir a aposentadoria de quem já tem condições de se aposentar pelas regras atuais, oferecendo benefício maior para quem trabalhar mais tempo.
As estatísticas do IBGE mostram que cerca de um terço dos brasileiros que tinham 59 anos de idade em 2014 estava aposentado. Desde o ano 2000, a expectativa de vida do brasileiro aumentou 5,6 anos, mas a idade média de aposentadoria por tempo de contribuição só subiu 2,7 anos.
DESCOMPASSO
O descompasso se acentuará no futuro se nada for feito, afirma Paiva. As projeções indicam que o envelhecimento da população fará com que o país tenha em meados do século mais idosos e menos gente no mercado de trabalho para apoiá-los na velhice. Assim, a conta da Previdência não vai fechar.
Diferentes governos recorreram a expedientes para inibir aposentadorias precoces, como o fator previdenciário e o fator 85/95, fórmulas que reduzem o benefício de quem se retira do mercado mais cedo.
Embora a legislação permita que os aposentados sigam no mercado de trabalho, a maioria abandona suas funções ou opta por trabalhos cuja remuneração é mais baixa, segundo estudo do Ipea.
Aos 55 anos, idade média em que os homens se aposentam por tempo de contribuição, só 44% dos aposentados se mantêm no mercado, segundo Paiva. No caso das mulheres, que chegam à aposentadoria nessas condições aos 52 anos, só 37% estão ocupadas ou buscando emprego.
Dirigentes sindicais como o presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, discordam dos economistas do governo e prometem se opor à fixação da idade mínima.
Para ele, o brasileiro deixa o mercado cedo porque começa a trabalhar antes, por volta dos 17 anos. "O francês se aposenta mais tarde, mas também começa a trabalhar mais tarde, após os 20 anos", diz.
-
O QUE VEM POR AÍ
O que a proposta do governo Temer deve incluir
IDADE MÍNIMA
O governo quer fixar em 65 anos a idade mínima para aposentadoria, mas ainda discute se o limite será igual ou menor para as mulheres
TRANSIÇÃO
A proposta é que as novas regras sejam aplicadas para trabalhadores com menos de 50 anos. Haveria uma regra de transição para os mais velhos, que teriam de trabalhar 40% a 50% mais tempo para se aposentar
EXCEÇÕES
O presidente Michel Temer defende idade mínima menor, de 63 anos, para mulheres e professores. Uma alternativa pode ser uma transição mais longa, de 20 anos, para que as mulheres se adaptem às mesmas regras dos homens
FÓRMULA DE CÁLCULO
O governo quer estimular os trabalhadores a adiar a aposentadoria mesmo se tiverem atingido as condições exigidas, oferecendo bônus para os que continuarem trabalhando e contribuindo com a Previdência Social
UNIFICAÇÃO
O governo que uniformizar as regras para trabalhadores urbanos e rurais, do setor privado e do serviço público, com exceção dos militares
TRABALHADOR RURAL
O governo poderá propor mudanças na contribuição dos trabalhadores do campo, que em geral hoje contribuem pouco para financiar suas aposentadorias e atualmente podem se aposentar ao completar 60 anos de idade 

A FALSA POLÊMICA ENTRE LULA E OS CONCURSADOS

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/255801/A-falsa-pol%C3%AAmica-entre-Lula-e-os-concursados.htm


É possível que Serra esteja neurologicamente decrépito


http://jornalggn.com.br/noticia/e-possivel-que-serra-esteja-neurologicamente-decrepito


Quando José Serra assumiu o MInistério das Relações Exteriores se sabia que era jejuno em política externa.
Quando demonstrou desconhecer o que era NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos) deu-se algum desconto, devido ao fato de ser uma agência cujos protagonismo só se tornou visível mais recentemente. Mas já era falta grave.
Quando passou a afrontar a Venezuela, o Uruguai, a externar misoginia no México, julgou-se que fosse apenas a assimilação do jornalismo de esgoto que ele ajudou a criar e estimular. 
Quando levou Fernando Henrique Cardoso como assessor especial, para o confronto com a Venezuela na reuniào do Mercosul, julgou-se que fosse apenas o medo de enfrentar situações complexas, que o acompanha desde os tempos de governador do Estado. 
Mas a divulgaçào do vídeo com um Serra tatibitate, sem saber os países que compõem os BRICS, incluindo a Argentina e não sabendo sequer o país representado por cada letra da sigla, acende um sinal amarelo. É possível que a Junta Governativa do país tenha colocado como chanceler uma pessoa com sinais avançados de decrepitude.


OAS fez repasse a empresa suspeita de pagar propina na gestão Serra

http://jornalggn.com.br/noticia/oas-fez-repasse-a-empresa-suspeita-de-pagar-propina-na-gestao-serra


 
Jornal GGN - Ao menos R$ 4,8 milhões foram transferidos pelo consórcio liderado pela OAS na construção do Rodoanel Sul para contas da Legend Associados. O empresário Léo Pinheiro afirmou que a Legend foi utilizada para o pagamento de propina durante o governo José Serra (PSDB) no Estado de São Paulo. De acordo com a força-tarefa da Operação Lava Jato, as transferências foram feitas em 15 parcelas entre 2008 e 2010.
 
Segundo Pinheiro, o consórcio foi orientado a pagar propina de 0,75% do valor do contrato assinado com a Dersa, empresa de economia mista controlado pelo governo paulista. O valor final do contrato do lote 5, construído pelo consórcio da OAS, foi de R$ 602,9 milhões. 
 
Em nota, Serra disse que desconhece a denúncia e "tampouco ouvir falar da empresa citada, menos ainda de suposto pagamento irregular que teria sido acordado em 2006". Em sua tentativa de delação, Léo Pinheiro disse que, durante a negociação do contrato, entre 2004 e 2006, integrantes do governo Geraldo Alckmin (PSDB) solicitaram propina equivalente a 5% do valor total da obra.
 
Leia mais abaixo:
 
Do O Globo
 
 
Segundo delator, foi paga propina durante o governo Serra, que diz desconhecer investigação da Lava-Jato
 
O consórcio liderado pela construtora OAS para cuidar do lote 5 do Rodoanel Sul em São Paulo transferiu pelo menos R$ 4,8 milhões para contas da Legend Associados, empresa que, segundo afirmou o empresário Léo Pinheiro, foi usada para pagar propina durante a gestão de José Serra (PSDB) no governo paulista. As transferências foram realizadas em 15 parcelas, entre setembro de 2008 e março de 2010, de acordo com relatório da força-tarefa da Lava-Jato obtido pelo GLOBO.
 
Em nota enviada por sua assessoria, Serra, atualmente ministro das Relações Exteriores, informou que “desconhece a denúncia, tampouco ouviu falar da empresa citada, menos ainda de suposto pagamento irregular que teria sido acordado em 2006, ano da licitação do Rodoanel Sul”. No texto, o ministro enfatizou que no ano anterior ao começo de seu mandato “foi iniciado o contrato e a obra em questão”, numa referência ao período em que o consórcio recebeu para montar canteiro de obras.
O contrato do Rodoanel foi fechado no governo anterior, de Geraldo Alckmin, também do PSDB, com valor previsto de R$ 511,7 milhões. Quando Serra assumiu, em 2007, o contrato foi reduzido em R$ 19,7 milhões. Dois anos depois, recebeu aditivo de R$ 110,9 milhões. Léo Pinheiro disse na tentativa de fechar acordo de delação premiada, em um anexo com o título “José Serra - Rodoanel”, que o pagamento de propina por meio da Legend ocorreu ao longo da execução do contrato.
Nas palavras de Pinheiro, o consórcio liderado pela OAS foi orientado a pagar propina de 0,75% do valor do contrato assinado com a Dersa, empresa de economia mista controlada pelo governo paulista. O valor final do contrato do lote 5 foi de R$ 602,9 milhões.
Se considerado o percentual citado por Pinheiro, o contrato deveria gerar propina de, pelo menos R$ 4,5 milhões, valor próximo do transferido pelo consórcio à Legend (R$ 4,8 milhões). A Legend é uma das empresas usadas pelo lobista Adir Assad, condenado da Lava-Jato, para ocultar propina. Construtoras assinavam contratos fictícios com empresas de Assad e recebiam os valores de volta, em dinheiro vivo, para pagar vantagens a agentes públicos, entre eles ex-diretores da Petrobras.
CUSTO TOTAL DA OBRA CHEGOU A R$ 5 BI
A construção do Rodoanel Sul foi pactuada por um valor total de R$ 2,5 bilhões. Se incluídos todos os gastos do empreendimento (como desapropriações e compensações ambientais), o valor final foi de R$ 5 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão foram pagos pelo governo federal — o que torna o Ministério Público Federal (MPF) e a Lava-Jato aptos a investigar o caso.
Léo Pinheiro relatou, na tentativa de delação, que durante a negociação do contrato, entre 2004 e 2006, integrantes do governo Geraldo Alckmin (PSDB) solicitaram propina equivalente a 5% do valor total, segundo a revista “Veja”.
Ele citou o secretário de transportes de Alckmin, Dario Rais Lopes, e o então diretor de Engenharia da secretaria, Mario Rodrigues Júnior, como responsáveis por acertar os valores. Segundo Pinheiro, após Serra assumir o governo, em 2007, e reduzir o valor do contrato, o percentual da propina foi reajustada para 0,75%.
Pinheiro não explicou se Rais Lopes e Rodrigues Júnior continuaram cumprindo o papel de emissários da propina ou se transferiram a função para outras pessoas. Apadrinhado por Gilberto Kassab (PSD), Lopes foi nomeado secretário de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. Foi citado na CPI do Cachoeira, em 2012, como padrinho de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-presidente da Dersa apontado como arrecadador informal de campanhas eleitorais do PSDB. Atualmente, Lopes aguarda decreto do presidente Michel Temer para ser efetivado no cargo de secretário Nacional de Aviação.
Ao deixar o governo paulista, Rodrigues Júnior foi indicado pelo PR para ocupar uma diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a presidência da Valec — estatal ligada aos Transportes.
Mendes Jr. e Carioca Engenharia, que integravam o consórcio com a OAS, não se manifestaram, assim como as defesas de Léo Pinheiro e Adir Assad. Lopes e Rodrigues Júnior afirmaram que não estavam no governo quando as obras começaram e que não comentam investigações.