segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Marco Aurélio Mello dobra prazo para Aécio apresentar resposta em inquérito... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2018/02/05/marco-aurelio-da-mais-prazo-para-aecio-apresentar-resposta-em-inquerito.htm?cmpid=copiaecola

Desse jeito o prazo vai ser até a próxima reencarnação!

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2018/02/05/marco-aurelio-da-mais-prazo-para-aecio-apresentar-resposta-em-inquerito.htm


O ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), aceitou um pedido da defesa do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que solicitou mais prazo para apresentar sua resposta em inquérito que o investiga pelos supostos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça. Instaurada em maio de 2017, a apuração é embasada na delação do grupo J&F.
"Defiro o pedido formulado, para que seja observado, em relação ao investigado Aécio Neves da Cunha, o prazo em dobro para responder à denúncia, contado da data da notificação", escreveu Marco Aurélio em sua decisão, assinada na última sexta-feira (2).
No inquérito, ainda são investigados Andrea Neves da Cunha, irmã de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, primo do senador conhecido como Fred, e Mendherson Souza Lima, que é ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrella (MDB-MG).
Segundo a defesa, a concessão do prazo em dobro era necessária porque trata-se de um caso com quatro investigados, representados por procuradores distintos.

"Tampouco há que se falar em prejuízo ao processo, considerando que a análise das respostas será feita por Vossa Excelência na mesma oportunidade, após sua apresentação por todos os acusados", alegou a defesa do tucano.
No ano passado, Aécio já buscou suspender o prazo para apresentação de resposta à denúncia oferecida no inquérito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o que foi negado por Marco Aurélio em dezembro.
A PGR acusa o senador, Andrea, Frederico e Mendherson da prática do crime de corrupção passiva, e o parlamentar também de tentar embaraçar investigação de infração penal que envolva organização criminosa. Eles negam irregularidades.
Em nota divulgada nesta segunda-feira (5), a assessoria do senador disse que na decisão de Marco Aurélio "foi assegurado o direito da contagem do prazo em dobro estabelecido no artigo 229 do Código de Processo Civil".
"Tal garantia ao exercício legítimo da defesa se faz necessária em razão de haver diferentes partes envolvidas no processo, e, cada uma delas, com seus respectivos advogados", disse a assessoria.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

PQP!

Não é o que parece.

Não vejo os que falam do Lula e do PT com a mesma vontade dos que comprovadamente tão sujos.

Não vejo indignação com o fato do Aécio está livre do caso de furnas, do pedido de dinheiro que fez para o dono da JBS, do helicóptero cheio de coca do amigo do Aécio.

Estas semana mesmo mandaram arquivar a ação contra José Serra, ele só foi pego com uma conta no exterior recheada de dólares depositado de Odebretch.

Não vi a turma que fala do Lula reclamar que engavetaram a escândalo do Metrolão. Os tucanos que roubaram a grana da merenda estão livre leves e soltos para continuarem roubando.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Indignado

Lula condenado
Aécio solto 
Temer Presidente! 
Bem vindos ao prostíbulo chamado Brasil, aqui a suruba não tem hr pra acabar.

'NYT': Democracia é empurrada para o abismo no Brasil

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2018/01/23/nyt-democracia-e-empurrada-para-o-abismo-no-brasil/


Especialista alerta que situação brasileira pode piorar com julgamento de Lula

Jornal do Brasil
O Brasil foi o último do Ocidente a abolir a escravidão, é uma democracia "bastante jovem", que se libertou da ditadura há apenas três décadas. A democracia do país, contudo, nunca esteve tão fraca desde então e, nesta semana, ainda pode ficar mais deteriorada com o julgamento do ex-presidente Lula. A leitura do cenário brasileiro é do economia norte-americano Mark Weisbrot, co-diretor do Centro para Pesquisas Econômicas e de Políticas Públicas (Center for Economic and Policy Research - CEPR), em Washington.
"Nos últimos dois anos, o que poderia ter sido um avanço histórico - o Partido dos Trabalhadores garantir autonomia para o Judiciário investigar e processar casos de corrupção - virou o oposto. Como resultado, a democracia do Brasil está em seu momento mais frágil desde o fim da ditadura militar", escreve Mark Weisbrot em artigo publicado nesta terça-feira (23) no New York Times, na versão online, e que deve ser publicada na edição impressa desta quarta-feira (24) do jornal norte-americano. 
"Nesta semana, esta democracia pode sofrer uma erosão ainda mais profunda enquanto um tribunal de apelação de três juízes deve decidir se a figura política mais popular do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Partido dos Trabalhadores, será impedido de concorrer na eleição presidencial de 2018, ou mesmo se será preso", completa. 
Mark Weisbrot aponta sinais de partidarismo da Justiça brasileira e alerta para consequências disto
Mark Weisbrot aponta sinais de partidarismo da Justiça brasileira e alerta para consequências disto
O economista argumenta que não há grandes expectativas de que a Corte será imparcial. Weisbrot destaca que o presidente do TRF-4, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, já disse que a sentença de condenação de Lula no caso do triplex do Guarujá do juiz Sérgio Moro "foi tecnicamente irrepreensível", e que a chefe de gabinete da presidência do TRF-4 publicou em sua página no Facebook uma petição online para coletar assinaturas em apoio à condenação e prisão do ex-presidente.
"O juiz Sérgio Moro tem demonstrado seu próprio partidarismo em numerosas ocasiões", alerta Weisbrot, lembrando que Moro teve de se desculpar ao STF em 2016 pela divulgação dos áudios de conversas entre Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff, seu advogado e sua esposa e filhos, e que Moro "organizou um espetáculo para a imprensa", em que a polícia apareceu na casa de Lula e o levou para depor coercitivamente, mesmo com o ex-presidente declarando que poderia depor voluntariamente. 
"As evidências contra o Sr. Silva estão longe dos padrões a serem levados a sério, por exemplo, no sistema jurídico dos Estados Unidos", continua o especialista. "O suborno alegadamente recebido pelo Sr. da Silva é um apartamento de propriedade da OEA. Mas não há provas documentais de que o Sr. da Silva ou sua esposa já tenham recebido títulos, alugado ou mesmo que tenham permanecido no apartamento, nem que tenham tentado aceitar este presente", completa.
Confira o artigo completo:

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Economista denuncia a mentira da Petrobras quebrada

https://www.conversaafiada.com.br/economia/economista-denuncia-a-mentira-da-petrobras-quebrada


Mas querem que os petroleiros acreditem na Cegonhóloga...

publicado 27/09/2017
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Conversa Afiada reproduz artigo de Cláudio da Costa Oliveira, economista da Petrobras aposentado, publicado pelo Portal Vermelho:

Para a atual diretoria da Petrobras somos todos idiotas


Em recente carta enviada pela administração da Petrobras a seus funcionários, desta vez de autoria do Diretor Financeiro, Ivan Monteiro, foi mantida a forma de cartas anteriores também enviadas por outros diretores (Pedro Parente e Nelson Silva), nas quais fala-se muito, mas nenhum número é apresentado para comprovar o que é falado. Apesar de não serem permitidas cópias e muito menos comentários, eles chamam a isto de “diálogo”.
O objetivo desta última carta foi a tentativa de defesa da venda da Nova Transportadora do Sudeste (NTS). Não vou aqui trabalhar este assunto, pois penso que o mesmo já foi bem esclarecido no artigo intitulado: “NTS: crônica de um prejuízo anunciado”. Resumindo, venderam um ativo que remunerava mais de 20% a.a., para reduzir uma dívida que custa 7% a.a. Que negócio é este?
No entanto, o que me chamou a atenção foi a afirmativa de Monteiro de que a queda nos custos de captação de recursos pela empresa é causada pelo atual modelo de administração da companhia. Ivan Monteiro afirma: “Um dos motivos dessa melhora na avaliação de risco de nossa companhia desde o segundo semestre do ano passado tem sido exatamente o nosso programa de parcerias e desinvestimentos, tendo como grande destaque a venda de 90% de nossa malha de gasodutos do Sudeste (NTS) sic”.

Vejam que esperteza engenhosa. Usam um fato extremamente negativo para os futuros resultados da empresa (venda da NTS), como se fosse fator determinante de um fato positivo (queda de juros ). Tudo para confundir.
Trata-se de um discurso orquestrado, pois o próprio presidente Pedro Parente em diversas entrevistas tem feito afirmativas idênticas. A Gerente Executiva de Aquisições e Desinvestimentos, Anelise Quintão Lara, em comentário, seguiu a mesma linha.

Ou seja, eles querem que nós acreditemos nesta bobagem. Pedro Parente em entrevista a Miriam Leitão (27/07/2017) destacou isto, enquanto a pseudo-jornalista econômica balançava a cabeça positivamente. 

Nada mais ridículo. Nenhum Banco reduz juros para uma empresa como a Petrobras baseado num modelo de administração. Empréstimos são feitos com vencimento em 2040. Até quando Pedro Parente vai continuar como presidente da Petrobras? Vocês sabem dizer ? Até quando Michel Temer vai continuar presidente do Brasil? Vocês sabem dizer?

O que atrai grandes volumes de recursos para a Petrobras e consequentemente a queda nas taxas de juros, é o direito que a empresa tem para exploração de grandes volumes de petróleo, que ela mesma descobriu (pre-sal), aliado a tecnologias, que ela mesma desenvolveu, tornando o negócio viável economicamente.
A atual administração não teve nenhuma participação na descoberta das reservas e muito menos no desenvolvimento de tecnologias e agora cinicamente, quer roubar os direitos dos louros da conquista.
O pré-sal brasileiro, que Carlos Alberto Sardenberg em artigo (2008) disse que: “só existe na cabeça do governo”. Que Miriam Leitão (2009) disse que a Petrobras: “não tem capacidade para extrair petróleo nestas profundidades.”
Este pré-sal brasileiro, que por motivos escusos sempre foi denegrido, hoje é motivo da visita dos abutres, que vem para o banquete ofertado por autoridades constituídas por um golpe parlamentar ilegítimo.
O leilão da ANP, previsto para o próximo dia 27 de setembro, trás ao Brasil representantes de quase todas as grandes petroleiras do mundo que vem reclamar sua parte no butim. E eles não escondem a satisfação. “Pré-sal é onde todo mundo quer estar” diz o presidente da Shell.
“Vai jorrar petróleo” é a visão do CEO da estatal norueguesa Statoil.
Mas por que o povo brasileiro não reage a esta fantástica operação lesa-patria ?

Isto não é difícil de entender, basta rastrear os caminhos seguidos pelos vendilhões da nação.

Depois de tentar denegrir a existência do próprio pré-sal, Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg criaram a mãe de todas as mentiras: “A PETROBRAS ESTÁ QUEBRADA”. Sendo assim ela não tem capacidade para investir no pré-sal que terá de ser entregue para as petroleiras estrangeiras.

Tanto falaram, que a opinião pública brasileira e até mesmo muitos funcionários da própria Petrobras, passaram a acreditar nisto.

Por diversas vezes, Miriam Leitão no Bom Dia Brasil ou por outros meios salientava que a empresa tinha sérios problemas financeiros.

No final de abril de 2016, Carlos Alberto Sardenberg chegou ao cúmulo de afirmar que ou a Petrobras fazia um acordo judicial ou seria necessário aportes do Tesouro para sua sobrevivência.

A realidade entretanto era completamente outra, o Tesouro é que almejava os recursos que a companhia sempre gerou em abundância, e no final de 2016 a Petrobras adiantou R$ 20 bilhões para o BNDES, aliviando o caixa do banco.

Os números da Petrobras são públicos e podem ser encontrados no seu site balanços dos últimos 10 anos. Sendo assim retiramos alguns dados financeiros para avaliação.
Qualquer contador ou analista de balanços olhando estes números dirá que esta empresa não tem, nem nunca teve problemas financeiros.

Diversas vezes os referidos jornalistas afirmaram que a companhia tinha uma dívida impagável. Mas uma empresa que tem uma dívida liquida de US$ 97 bilhões, mas tem uma geração operacional de caixa sempre acima de US$ 25 bilhões, não tem nenhum problema na administração da dívida.

Para analisar melhor a situação financeira da Petrobras recomendamos a leitura do artigo “A realidade desafia a estratégia atual da Petrobras”, que compara a situação financeira da empresa com a das principais petroleiras do mundo.

Quem sabe um dia, Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg venham a público se redimir do crime cometido contra a imagem da maior empresa brasileira, bem como perante a opinião pública do país.

Finalmente, resta também um pedido de desculpas do presidente da empresa, Pedro Parente, que sempre que pode insinua (ou afirma) em entrevistas, que recebeu uma empresa com problemas financeiros.

Na realidade o ex-presidente Bendini, quando transmitiu o cargo para Parente, declarou na imprensa: “Estou entregando uma empresa com R$ 100 bilhões em caixa”. O que na época (junho de 2016) equivalia a US$ 27 bilhões.

Infelizmente meu sentimento é que provavelmente em breve, a atual administração da companhia virá a público dizer que recuperou financeiramente a empresa. Uma empresa que na realidade nunca teve problemas financeiros. Pensam que somos idiotas.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Cortes de Doria afetam merendas em escolas e creches

http://jornalggn.com.br/noticia/cortes-de-doria-afetam-merendas-em-escolas-e-creches

Entidades conveniadas afirmam que, desde o início do ano, está havendo redução da quantidade de alimentos recebidos pela rede conveniada da capital paulista
por Rodrigo Gomes, da RBA publicado 13/06/2017 14h30, última modificação 13/06/2017 14h36
REPRODUÇÃO/TVTEM
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Entidades conveniadas reclamam de redução significativa na quantidade de alimentos entregues para as unidades de ensino
São Paulo – O congelamento de aproximadamente 13,5% do orçamento da educação municipal pelo prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB), está afetando a alimentação das crianças matriculadas nas escolas e creches municipais da rede conveniada. Segundo relatos de representantes das entidades conveniadas, a gestão Doria está entregando uma quantidade de alimentos inferior à necessidade das escolas. O problema não atinge todas as unidades, mas muitas delas estão fazendo aquisição de alimentos por conta própria para garantir a refeição completa das crianças. Arroz, carne bovina, óleo de cozinha, frutas e legumes são os itens que mais tiveram redução.
"A merenda está vergonhosa. Creche com 150 crianças, da minha entidade, receberam três itens para passar o mês. Três itens que dão para uma semana. Legumes verduras, então, nem se fala", relatou Darcy Diago Finzetto, diretora do Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, durante assembleia do Fórum de Educação Infantil com Entidades Conveniadas do Município de São Paulo (FEI), realizada no último dia 10 de maio, na Câmara Municipal de São Paulo.
Ainda segundo o relato dela, as entidades estão utilizando dinheiro do repasse per capita feito pela Secretaria Municipal da Educação, dirigida pelo secretário Alexandre Schneider, para completar o valor. "Porque, só aqueles três itens não dá nada para as crianças. O que nós vamos dar? Fubá? Não tem nada, nada versus nada. Fica um dinheirão para mandar só isso. Paga transportes para entregar um potinho de meio quilo de margarina. O que sai caro isso é uma vergonha", afirmou Darcy, cujo trecho em vídeo está reproduzido ao final da reportagem e a integra está disponível no site da Câmara.
A supervisora da Delegacia Regional de Educação do Ipiranga, Luciene Cavalcanti, relatou que está havendo "uma queda geral de qualidade e quantidade". "Temos de repetir o item ao longo da semana. O cardápio acaba sendo adaptado. As crianças não ficam sem a refeição, mas deixam de receber a variedade adequada", explicou. Segundo ela, a falta de óleo, que vem desde o fim do ano passado, é a mais grave nesse momento. "Sem óleo, mesmo tendo os alimentos, dificulta muito a preparação", destacou.
ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOLHAPRESSdoria sombra.jpeg
João Doria: corte no orçamento penaliza alimentação escolar
O orçamento da gestão Doria indica que o problema não é falta de verba, mas falta de investir os recursos que já estão disponíveis. Dados da execução orçamentária, de 7 de junho deste ano, mostram que apenas 21,8% da verba relativa a alimentação escolar e nutrição, oriunda do Tesouro Municipal, foi liquidada até agora. Dos R$ 537,9 milhões definidos, somente R$ 117,5 milhões foram utilizados. Ainda há R$ 31,5 milhões do orçamento da merenda escolar congelados.
A verba do governo federal, repassada através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) está na mesma situação. Dos R$ 108 milhões que constam do orçamento, somente R$ 28,5 foram aplicados  (26,2%). Outros R$ 5,5 milhões (5,2%) estão congelados. Técnicos da própria secretaria confirmaram à RBA que, passados cinco meses da gestão, seria esperado que a execução orçamentária estivesse entre 40% e 45%, pelo menos. Do orçamento total da educação, de R$ 10,9 bilhões, R$ 1,4 bilhão está congelado.
A capital paulista tem 1.693 creches conveniadas, que atendem 231 mil crianças.
Além do problema de redução na quantidade dos alimentos entregues às escolas e creches, o programa de aquisição de alimentos orgânicos da agricultura familiar, definidos pelas leis Municipal nº 16.140, de 17 de março de 2015, e Federal nº 11.947, de 16 de junho de 2009, está parando. Nenhuma chamada pública foi realizada este ano. Somente contratos oriundos da gestão anterior estão sendo executados, alguns dos quais já estão vencendo, como do arroz polido orgânico.
A Secretaria Municipal da Educação emitiu nota dizendo que "não há falta de alimentos entregues nas escolas da rede direta e conveniada do município para o preparo das refeições servidas aos alunos".
O comunicado prossegue: "No caso do óleo, desde 2015, oito processos de aquisição não puderam ser concluídos por questões de mercado. Recentemente, uma chamada pública para aquisição do produto foi suspensa pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). Então foi feita uma compra emergencial e o produto, depois de um ano sem ser entregue por dificuldades alheias à vontade da Secretaria Municipal de Educação, voltou a ser entregue nas unidades, de forma fracionada, para garantir o abastecimento.
É importante ressaltar que o cardápio servido atualmente em todas as unidades, diretas e conveniadas, atende às necessidades nutricionais preconizadas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A Coordenadoria de Alimentação Escolar (CODAE) dispõe de um grupo de nutricionistas que fazem visitas de orientação às unidades educacionais, para acompanhamento dos serviços prestados".
Trecho da assembleia do Fórum de Educação das Entidades Conveniadas:

Moro recebeu salário de R$ 102 mil e só devolveu R$ 9,00

http://jornalggn.com.br/noticia/moro-recebeu-salario-de-r-102-mil-e-so-devolveu-r-900

O repórter Ricardo Mendonça, do Valor Econômico, resgatou em sua página pessoal no Twitter uma informação a respeito dos vencimentos do juiz Sergio Moro, após outros profissionais de imprensa apontarem que os procuradores de Curitiba têm recebido salário acima do teto constitucional, que é de R$ 33,7 mil.
Mendonça publicou uma imagem que mostra que só em dezembro de 2016, Moro recebeu R$ 102 mil e devolveu aos cofres públicos apenas R$ 9,00, por entender que esse é o valor que extrapolou o teto.
"Moro recebeu R$ 102.151,58 em dez/16. E devolveu R$ 9,14 por entender que era a parte que excedia o teto constitucional. NOVE REAIS", exclamou o repórter. "O teto é R$ 33,7 mil, máximo que um servidor deveria receber. Mas na conta, muitos desconsideram indenizações, auxílio-moradia, creche, refeição...", explicou.

Para Mendonça, a "matemática", de qualquer forma, não faz "sentido", se considerado o artigo 37 da Constituição.
Abaixo, os componentes do salário do juiz.