domingo, 19 de outubro de 2014

"The New York Times" pede que Obama acabe com o embargo a Cuba

Editorial do jornal diz que seria sensato Obama refletir seriamente sobre Cuba: “Obama deve aproveitar a oportunidade para dar fim a uma longa era de inimizade e ajudar um povo que sofreu enormemente”
13/10/2014
Da Redação
O jornal estadunidense "The York Times" pediu ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que "reflita seriamente" sobre Cuba para "retomar relações diplomáticas" com esse país e "acabar com um embargo insensato". O texto foi publicado no editorial do veículo neste sábado (11).
"Seria sensato que o líder estadunidense reflita seriamente sobre Cuba, onde uma reviravolta política poderá representar um grande triunfo para seu governo”, diz trecho do editorial.
Estados Unidos e Cuba romperam suas relações diplomáticas em 1961 e Washington começou a aplicar o embargo econômico contra a ilha um ano depois, em 1962.
"Obama deve aproveitar a oportunidade para dar fim a uma longa era de inimizade e ajudar um povo (o cubano) que sofreu enormemente", afirma o editorial.
A publicação ainda define suas sugestões de atuação à administração Obama, apontando que a Casa Branca deve retirar Cuba da lista que mantém o Departamento de Estado para penalizar países que respaldam grupos terroristas.
“Atualmente, o governo estadunidense reconhece que Havana está tendo um papel construtivo no processo de paz da Colômbia, servindo de anfitrião para os diálogos entre o governo colombiano e líderes da guerrilha.”
A Casa Branca não confirmou se Obama vai participar no próximo ano da Cúpula das Américas no Panamá, país que já anunciou sua intenção de convidar Cuba para a reunião.
"Tem que fazê-lo. E deveria vê-lo como uma oportunidade para fazer história", concluiu "The New York Times".

Outro aecioporto: a pista fantasma de Montezuma, cidade de menos de oito mil habitantes

http://tijolaco.com.br/blog/?p=19333

22 de julho de 2014 | 23:04 Autor: Fernando Brito
miontezuma
Montezuma é uma pequena cidade no pobre Norte de MInas.
Tem, como se dizia no meu tempo, menos de oito mil almas: 7.900, segundo o IBGE.
Mas tem, também, a Perfil Agropecuária e Florestal, empresa de Aécio Neves e de sua irmã, Andréa Neves, da qual já eram sócios e, agora, herdeiros de seu pai, o ex-deputado Aécio Cunha.
Uma “terrinha” de apenas 950 hectares – ou 9.500.000 metros quadrados, ou 950 campos oficiais de futebol, para nós, urbanos, pouco acostumados a essas grandezas.
Ganha em usucapião do próprio Estado de Minas Gerais, onde eram devolutas.
O ex-Governador Newton Cardoso, o “Newtão”, tem negócios na região.
E, no seu governo, nos anos 80, mandou construir um aeroporto, de cascalho, para pequenos aviões pousarem na “cidade” de Montezuma.
Municipio que está em 438° lugar em população entre todas as municipalidades mineiras.
Pois não é que no Governo de Aécio Neves, aquela pista foi asfaltada para receber até mesmo jatinhos?
Não consegui apurar o valor da obra.
Mas achei uma foto da cabeceira da pista, já asfaltada, no site Em tempo real, de Luís Cláudio Guedes.
E a matéria no Diário Oficial de Minas Gerais comprovando que as obras foram feitas no governo Aécio Neves, pelo governo estadual.
Porque o aeroporto é municipal.
E, segundo o testemunho dos moradores, passa meses a fio fechado, sem receber um único avião.
Pobre Montezuma, não merecia essa maldição.

Como secar SP


Virou piada! Ronaldo Fenômeno solta asneira no Twitter e complica Aécio

http://pocos10.com.br/?p=14252

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fenomeno0
Cada vez mais engajado na campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB), Ronaldo resolveu compartilhar uma opinião sobre política em seu Twitter nesta quinta-feira. O ex-jogador, no entanto, se confundiu e acabou fazendo um comentário bastante confuso. Os internautas, como sempre, não perdoaram.
fenomeno1
Ronaldo postou, em seu perfil, o link de uma reportagem que trata do desaparecimento de relatórios do Tribunal de Contas de Minas Gerais que teriam informações desfavoráveis ao tucano, mas aparentemente não entendeu o teor da notícia. “Vão sumir todas as calúnias”, escreveu.
“Cara, acho que vc não leu a matéria. Só um toque”, respondeu @leonardopujolrs. “Amigão, acho que você não entendeu bem a situação, cara”, completou @mikerenzetti. “Ué, se é calúnia, por que estava registrado no Tribunal se Contas do estado? Patético”, disse @dudenews. “Esse tipo de conclusão exige raciocínio”, disparou @isis2sz.
fenomeno2
Entenda o caso
A Folha de S. Paulo noticiou, nesta quinta-feira, que relatórios citados pela presidente Dilma no debate eleitoral da TV Bandeirantes na última terça foram retirados do site do Tribunal de Contas de Minas Gerais. No primeiro embate com o adversário, a petista afirmou que o tucano não havia investido o mínimo exigido pela Constituição na saúde estadual e pediu para os telespectadores acessarem a página do TCE.
O site saiu do ar ainda durante o debate. Quando a página voltou, os pareceres não estavam mais disponíveis. O material sumiu por pelo menos quatro horas, segundo o jornal.
O tribunal afirmou que o site caiu devido ao volume de acessos, mas não explicou o motivo do desaparecimento dos relatórios.
- See more at: http://pocos10.com.br/?p=14252#sthash.lKDXINSB.JfC8scHT.dpuf

Paulistas exigentes e sábios


Tucano José

Tiraram um foto do Zé durante as férias


Unicamp vai fechar o bandejão por falta de água

Unicamp teve 30 setores atingidos pelo desabastecimento e vai fechar o bandejão; 367 mil pessoas foram prejudicadas em Campinas.

Jonas e Alckmin não assumiram até agora que a coisa tá preta. E você ainda bota fé na competência do picolé de chuchu?

http://jornalggn.com.br/noticia/agua-crise-que-nao-ha-chega-a-unicamp

Água: crise que não há chega à Unicamp

Jornal GGN - Por mais que se negue, não tem mais jeito. A crise hídrica toma proporções sérias. A Unicamp teve seu quinhão de seca, com 30 setores atingidos pelo desabastecimento e cerca de 367 mil pessoas prejudicadas.  Outras áreas foram atingidas, mesmo com a negativa da Sanasa, que fornece água no município. Leia a matéria a seguir.
da Folha
Crise da água
Universidade teve 30 setores atingidos pelo desabastecimento; 367 mil pessoas foram prejudicadas em Campinas
Sanasa, que fornece água no município, nega racionamento; PUC e áreas nobres foram atingidas
LUCAS SAMPAIO DE CAMPINAS
A crise no abastecimento de água em Campinas (a 93 km de São Paulo) afetou 367 mil pessoas nesta sexta (17), boa parte em áreas nobres.
Até então, apenas as regiões mais altas e os bairros afastados estavam sendo prejudicados na cidade de 1,1 milhão de pessoas, ficando até seis dias sem água.
Os dados são da Sanasa (empresa mista de água e esgoto). Apesar de divulgar antecipadamente quais bairros ficarão sem abastecimento, a empresa nega racionamento.
Hoje, parte da Unicamp ficou sem água. Ao menos 30 institutos, faculdades e órgãos foram atingidos, segundo a reitoria, com exceção da área de saúde.
O restaurante administrativo foi fechado e a moradia estudantil, que fica fora do campus, ficou sem água.
O desabastecimento atinge também um dos três campi da PUC-Campinas, os hospitais Centro Médico e Boldrini, em Barão Geraldo (distrito onde também ficam a Unicamp e a moradia estudantil) e começa a chegar a bairros e condomínios nobres. O shopping Galleria foi afetado.
"Cheguei às 9h para abrir a lavanderia e já não tinha água", diz o empresário Denny Cesare, 43, que tem uma lavanderia na região
"O dia foi perdido. Avisei os clientes na página da loja e coloquei um aviso na porta. Amanhã não sei se vou conseguir abrir de novo."